Mes: Novembro, 2012

Bristol, britpop dende Lugo

Traigovos unha de canción dun grupo de Lugo chamado Bristol. Os integrantes do grupo teñen un ano máis ca min e estudaron case todos no meu colexio, PP. Franciscanos. A verdade é que son moi bos.

Escoitadeos!! 😀 Support your local band!!

O português na Galiza

Na passada quarta-feira na manifestação da greve geral assinei um documento para a promoçao do português na Galiza. Era uma “Iniciativa Parlamentaria Popular” promovida por pessoas que usam a regra reintegracionista do galego, como por exemplo o Partido da Terra (um partido independentista de recente formação). unificacao-da-ortografia-da-lingua-portuguesa (1)

O ano passado eu fiz dois cursos de língua portuguesa no Centro de Línguas da UDC. A primeira coisa que eu aprendi lá é que se alguém sabe falar galego é capaz de perceber o português perfeitamente, de facto no primeiro curso a professora começou falando-nos em português desde o primeiro momento. Também aprendi que falar português não é muito difícil para um galego, somente tem que lembrar quatro diferenças que há com o galego e já pode comunicar-se perfeitamente com outro português na sua língua. (Escrever, como se pode ver, é um bocadinho diferente).

O português é para um galego uma porta muito singela de abrir e que dá aceso a muitas possibilidades. Na actualidade o português é falado por mais de 250 milhões de pessoas das quales quase 200 milhões são no Brasil, uma potencia emergente. A conheçença de português pode marcar a diferenças num mercado de trabalho tão competitivo como o actual  mas não é a única vantagem já que o português é (acho eu) a melhor forma de eliminar os castelhanismos da nossa língua e falar um galego mais correcto.

Desde aqui animo a toda a gente a fazer um pequeno esforço e aprender português, eu acho que adoraram e lhes será muito útil.

PS: Não sabem o que me levou escrever este artigo! Faz muito tempo que não escrevo em português! Tenho de fazer mas a miúdo!

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Mínima enerxía, máxima entropía

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A natureza tende sempre a estados de mínima enerxía e máxima entropía, por exemplo nun piso de estudantes o que se fai ca roupa sucia e tirala por calquer lado na habitación, consumindo desta forma a mínima cantidade de enerxía pero xerando con elo máis desorde,é dicir, entropía.

Vicente Moret, Profesor de Intelixencia Artifical na FIC.

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